No dia 23/10/07, nós tutoras do pólo de Três Cachoeiras fomos a UFRGS para prestigiar o XIX Salão de Iniciação Científica, atividade proposta pela ESPEAD.
Assistimos na sala 601, três apresentações de trabalhos:
* A formação do trabalhador que procura o SINE de Santa Cruz do Sul;
* Criação escrita na escola: Possibilidades de subjetivação;
* A participação da Juventude em ONGs (Trilha Cidadã).
Enquanto assistia os trabalhos comentei com as colegas e com a professora Nadie sobre a prática da "pesquisa".
Realizei minha graduação na ULBRA, em Torres e não vivenciei situações semelhantes a que assistimos. Com isso refleti sobre as dúvidas que venho acumulando em relação ao assunto. Percebo que trago falhas em minha formação discente e docente, uma vez que este conhecimento não foi trabalhado.
Ao participar de outros encontros com tutores e ao ouvir vários professores da UFRGS se referirem a pesquisa, sentia que algo era vago.
Hoje compreendo o porquê, sei que deve-se ao desconhecimento, a não vivência do que está sendo abordado.
Ouvindo as alunas apresentarem seus trabalhos de pesquisa, senti o envolvimento das mesmas para com o assunto abordado e pesquisado, como algo que está sendo aprofundado com base em fatos concretos e relacionada a alguma teoria que a sustentará.
Acredito que o fato de não ter vivido situações semelhantes, como já coloquei antes, faz com que me sinta um tanto bloqueada, para me sentir mais segura e buscar uma linha de pesquisa para continuar minha formação.
Mas, apesar de tudo percebo que tudo o que tenho vivenciado na tutoria e agora na especialização, estão me ajudando e muito a visualizar possíveis caminhos para novas buscas.
Assistimos na sala 601, três apresentações de trabalhos:
* A formação do trabalhador que procura o SINE de Santa Cruz do Sul;
* Criação escrita na escola: Possibilidades de subjetivação;
* A participação da Juventude em ONGs (Trilha Cidadã).
Enquanto assistia os trabalhos comentei com as colegas e com a professora Nadie sobre a prática da "pesquisa".
Realizei minha graduação na ULBRA, em Torres e não vivenciei situações semelhantes a que assistimos. Com isso refleti sobre as dúvidas que venho acumulando em relação ao assunto. Percebo que trago falhas em minha formação discente e docente, uma vez que este conhecimento não foi trabalhado.
Ao participar de outros encontros com tutores e ao ouvir vários professores da UFRGS se referirem a pesquisa, sentia que algo era vago.
Hoje compreendo o porquê, sei que deve-se ao desconhecimento, a não vivência do que está sendo abordado.
Ouvindo as alunas apresentarem seus trabalhos de pesquisa, senti o envolvimento das mesmas para com o assunto abordado e pesquisado, como algo que está sendo aprofundado com base em fatos concretos e relacionada a alguma teoria que a sustentará.
Acredito que o fato de não ter vivido situações semelhantes, como já coloquei antes, faz com que me sinta um tanto bloqueada, para me sentir mais segura e buscar uma linha de pesquisa para continuar minha formação.
Mas, apesar de tudo percebo que tudo o que tenho vivenciado na tutoria e agora na especialização, estão me ajudando e muito a visualizar possíveis caminhos para novas buscas.
2 comentários:
Fabiana,que tipo de dúvidas referente a pesquisa você tem ? Que mudanças ocorreram após a tua reflexão? Quais são estes bloqueios que te referes? Como a especialização está te ajudando?
Olá Elisabete...
Na verdade tenho muitas dúvidas, a iniciar pelo tema....Venho aprendendo muito com o curso...Mas ainda tenho medo de ousar, acredito que tenho que ler mais, ter mais fundamentação teórica para alicerçar e pensar em um projeto. A especialização está me ajudando a conhecer os caminhos que preciso percorrer para pensar futuramente em me inscrever para um mestrado...Pois preciso me superar...ACREDITO QUE POSSO CONSEGUIR....
Um beijão amiga, coloca uma foto tua para que eu possa saber quem és.....
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